A cultura helênica e o Novo Testamento

Autores

  • Misael Amaral Faculdade Instituto Bíblico Ebenézer (FIBE)

Palavras-chave:

Novo Testamento, Helenismo, Cultura

Resumo

As várias distâncias que nos separam dos tempos do Novo Testamento: temporal, geográfica, linguística, cultural, social, política, econômica, religiosa, tornam, por maior que seja o esmero na busca de familiaridade com os textos bíblicos com a leitura diária da Escritura, difícil uma interpretação mais palpável e verdadeira. E, essas as características linguísticas, literárias e culturais do recorte histórico Neotestamentário são circunscritas pela forte influência helenística. O helenismo advém do processo de Alexandre o Grande (330 a.C.) e seus sucessores que legaram muito da cosmovisão grega, mas também receberam muitas heranças de povos conquistados. Por isso, Helenismo foi um novo mundo grego, a estratégia de Alexandre Magno incluía para governar nações conquistadas acomodação e assimilação. Ele fazia com que soldados desposassem mulheres locais e despois permanecessem como funcionários do império. Desse modo, cidades outrora pérsias, egípcias e indianas eram transformadas em cidades gregas. Foi uma invasão de ideais que formou uma cultura híbrida que os historiadores denominaram de Helenismo.

Biografia do Autor

Misael Amaral, Faculdade Instituto Bíblico Ebenézer (FIBE)

Doutor em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Professor da Faculdade Instituto Bíblico Ebenézer (FIBE). E-mail: misaelhenrique@yahoo.com.br

Referências

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Publicado

2026-10-13

Como Citar

Amaral, M. (2026). A cultura helênica e o Novo Testamento. Veritas Antigua - Revista De Arqueologia E Ciências Bíblicas, 1, e02277. Recuperado de https://revistas.unasp.edu.br/veritasantiqua/article/view/2277