BENEFÍCIOS E MÉTODOS DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE EM UTI
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Palavras-chave

Mobilização Precoce
Unidade de Terapia Intensiva
Paciente Crítico

Como Citar

Castro, A., & Holstein, J. (2020). BENEFÍCIOS E MÉTODOS DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE EM UTI. Life Style, 6(2), 7-22. https://doi.org/10.19141/2237-3756.lifestyle.v6.n2.p7-22

Resumo

Resumo: Introdução - Diversas condições submetem o paciente crítico internado em UTI ao decúbito prolongado e o tempo imóvel no leito é diretamente proporcional às complicações que se instalam. Os efeitos deletérios incluem lesões por pressão, perda de força muscular, disfunções do aparelho locomotor, diminuição da funcionalidade do paciente, déficit na mecânica respiratória, ocorrência de pneumonias e atelectasias, complicações hemodinâmicas, cardíacas e neurológicas. Como estratégia para evitá-los, há a mobilização precoce, composta de atividades cinético-funcionais iniciadas logo após a estabilização do paciente. Os benefícios e métodos de aplicação da mobilização precoce têm sido alvo de vários estudos. Este artigo consiste em uma revisão sistemática sobre os mesmos. Métodos - levantamento bibliográfico em bases de dados, como EMBASE, LILACS, PUBMED, MEDLINE e SCIELO, usando os descritores: “mobilização precoce”; “mobilização UTI”; “protocolo de mobilização precoce” e “early mobilization”. Resultados: Foram selecionados 33 artigos que se enquadravam nos critérios de busca utilizados. Após excluídos os artigos de revisão sistemática, restaram 14 estudos de intervenção. Nesses artigos, verificou-se que a MP foi benéfica, reduzindo o tempo de internação e a permanência em UTI. Constatou-se a necessidade de se seguir um protocolo de aplicação e, quanto ao momento ideal para o início da técnica, existem evidências de que seja após as primeiras 24 horas de internação, quando da estabilização clínica do paciente. Considerações finais: Considera-se que a mobilização precoce é um procedimento benéfico e seguro para os pacientes críticos e que a implementação de protocolos de MP é de extrema importância para os serviços assistenciais.

https://doi.org/10.19141/2237-3756.lifestyle.v6.n2.p7-22
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